Percorrer por autor "Santos, Miguel Filipe Silva"
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- Análise da retenção da trabalhabilidade da fase argamassa dos betões auto-compactáveisPublication . Santos, Miguel Filipe Silva; Nepomuceno, Miguel Costa SantosA trabalhabilidade do betão auto-compactável durante o enchimento das cofragens em obra é determinante para a maior ou menor compacidade do produto final, uma vez que este betão é aplicado sem qualquer vibração ou outra forma de compactação. Tem sido referido que os processos de produção, transporte e colocação do betão auto-compactável podem afectar as suas propriedades no estado fresco e que, comparativamente com um betão corrente, a trabalhabilidade deste tipo de betões é mais sensível à variação dos materiais, variações na dosagem de água, sequência e duração da amassadura, temperatura ambiente, condições e duração do transporte, condições de colocação, entre outras. No processo de transporte deverá observar-se qualquer possível efeito de segregação dos agregados, mas especialmente relevante será a avaliação da retenção da trabalhabilidade ao longo do tempo. A presente dissertação avaliou a influência que o tipo de cimento, a temperatura de amassadura e a dosagem de superplastificante exercem na capacidade de retenção ou manutenção da trabalhabilidade de betões auto-compactáveis ao longo do tempo decorrido após amassadura. Esse estudo foi realizado em argamassas adequadas à produção e betões auto-compactáveis e a trabalhabilidade foi avaliada de forma indirecta através dos ensaios de espalhamento (slump-flow) e de fluidez (Funil-V). Os resultados obtidos proporcionaram uma análise comparativa e crítica da influência relativa dos vários parâmetros seleccionados. Os dados obtidos experimentalmente foram promissores no que respeita à análise da retenção de trabalhabilidade em argamassas. Verificou-se que todos os parâmetros analisados influenciaram a retenção da trabalhabilidade das argamassas, sendo que uns são mais preponderantes que outros. As misturas com o cimento de endurecimento lento, menor temperatura de amassadura e maior dosagem de superplastificante foram as que registaram menores perdas de trabalhabilidade ao longo do tempo decorrido após amassadura, sendo que a dosagem de superplastificante se revelou o factor mais preponderante.
