Percorrer por autor "Tavares, Rimaldini da Veiga"
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- Efeito da temperatura no comportamento de compósitos de resina epóxi nano reforçados com nano fibras de carbonoPublication . Tavares, Rimaldini da Veiga; Silva, Abílio Manuel Pereira da; Santos, Paulo Sérgio Pina dosA indústria aeronáutica tem se destacado como um fator crucial no desenvolvimento tecnológico, impulsionada pela inovação em compósitos. Os compósitos, especialmente os reforçados com fibras de carbono e nano materiais, têm revolucionado o design e a fabricação de aeronaves, oferecendo melhorias significativas em termos de leveza, resistência e durabilidade. Neste contexto, realizou-se esta dissertação com o prepósito de investigar o efeito da temperatura no comportamento de compósitos de resina epóxi reforçada com nano fibras de carbono (CNF’s), por meio de um estudo numérico e experimental. Visa entender como as variações térmicas afetam as propriedades mecânicas e térmicas desses compósitos avançados, essenciais para aplicações na indústria aeroespacial e aeronáutica. A metodologia utilizada foi a agitação mecânica e a moldação manual de fácil aplicação, custos reduzidos e facilmente escalável para a indústria. Os ensaios de flexão realizados evidenciaram que tanto as matrizes quanto os laminados aditivados com 0,75% em peso de CNF’s apresentaram desempenho superior em relação às respetivas amostras de controlo. A 50 ?, a incorporação de CNF’s na matriz promoveu um aumento de 42,34% na tensão de flexão, um incremento de 44,33% na rigidez e uma redução de 5,77% na deformação, quando comparada à matriz de controlo. Para os laminados submetidos à mesma condição térmica, a adição de 0,75% em peso de CNF’s resultou em um acréscimo de 17,75% na tensão de flexão, um ganho de 5,35% na rigidez e uma diminuição de 7,09% na deformação, em relação ao laminado de controlo. Nos testes de relaxação de tensões, ocorre a redução da tensão ao longo do tempo, e em termos de fluência, o deslocamento aumenta ao longo do tempo e os dados experimentais foram ajustados com sucesso pelo modelo de Kohlrausch-Williams-Watts (KWW).
