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O mito da Terra-Mãe-Deusa em The Bridge, de Hart Crane

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Neste artigo, demonstro como o poeta modernista Hart Crane (1899-1932), na sua obra mais célebre, The Bridge (1932), apresenta diversas mulheres, associando-as ao ancestral mito da terra-mãe-deusa. Na secção “Powhatan’s Daughter”, o texto “The Harbor Dawn” transmite a concomitância terra-mulher, uma vez que a América é identificada com a princesa ameríndia Pocahontas. Posteriormente, “Indiana” refere as ligações entre mãe e filho, e entre duas mães de raças e civilizações diferentes. Em seguida, a trilogia simbólica “Three Songs” expõe a mulher como um ente de três rostos: mãe, prostituta, deusa. “Quaker Hill” encerra com o elogio de duas figuras exemplares da história cultural norte-americana: Emily Dickinson e Isadora Duncan. Para escorar o estudo, recorro à minha opinião, a especialistas na obra de Hart Crane, com destaque para Paul Giles, Vincent Quinn e Jack Wolf, e a diversos mitólogos.

Descrição

Palavras-chave

Hart Crane The Bridge Poesia modernista Mito Deusa Mãe-terra

Contexto Educativo

Citação

Mancelos, João de. “O mito da Terra-Mãe-Deusa em The Bridge, de Hart Crane”. Máthesis (Universidade Católica Portuguesa, Viseu) 6 (1997): 141-165. ISSN: 0872-0215.

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