| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 160.54 KB | Adobe PDF | |||
| 505.45 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente estudo pretende dar um contributo para uma reflexão em torno das representações da Saúde Mental, nomeadamente acerca da existência ou não de evolução, dado o impacto que tais representações têm na vida do doente mental e seus familiares. Para tal, procedeu-se à análise e comparação da opinião de sujeitos pertencentes a 2 gerações distintas, familiares de pacientes acompanhados na consulta externa de Psicologia do Hospital Garcia de Orta, face à saúde mental. Para a sua concretização e assumindo um carácter qualitativo, a informação foi recolhida por meio de entrevistas semi-estruturadas, que foram posteriormente analisadas com recurso à análise de conteúdo. Os resultados obtidos revelam que a pessoa portadora de perturbação psiquiátrica, mediante crenças erróneas, medo e falta de conhecimento acerca das doenças mentais por parte da sociedade, continua a ser estigmatizada e discriminada, o que vai de encontro à informação presente e consultada na literatura, concluindo-se que não tem havido evolução significativa na representação da Saúde Mental.
Descrição
Palavras-chave
Saúde mental Representações sociais
