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Imagens utópicas: da cidade à arquitectura

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Resumo(s)

A Utopia é uma idealização de uma sociedade perfeita, como tal esta pode ser uma ferramenta mental que o arquitecto deve utilizar nas suas concepções arquitectónicas, um exercício tanto de brainstorm como de avaliação das concequências das suas criações cobre o espaço e a sociedade. Na criação utópica interessa-nos o impossível, o que teria sido se não houvesse limites, desta forma podemos levar as construções ao limite e ver a reacção da sociedade e da envolvente. Aqui analisaremos as questões que a utopia nos apresenta ao retirarmos os limites naturais nas construções, permitindo a materialização mental de inúmeros mundos imaginários. No entanto, não só a arquitectura faz uso desta ferramenta, outras disciplinas transportam ideias e conceitos através da utopia, criando experiências únicas e favorecendo o producto final. Da mesma forma que a arquitectura pode ser inspirada pela utopía, esta pode também ser moldada por criações de outras disciplinas , criando um ciclo simbiótico entre inspirador e inspirado. A utopia torna-se numa ferramenta ao dispor do arquitecto, que acompanhada pelo desenho e a representação permite materializar ideias que de outra forma nunca seriam partilhadas e discutidas. Esta ferramenta está presente para o arquitecto poder ultrapassar desafios e obstáculos toldados pela normalidade e pelo preconceito, oferecendo-lhe uma maior flexibilidade mental. Este evitar da estagnação permite a criação de locais verdadeiramente únicos e criativos, evitando cidades e sociedades paradas no tempo, que acabam por morrer devido à falta de modernização. A criação utópica torna-se num jogo de acção-reacção, em que o arquitecto tenta prever a transformação da sociedade com a introdução conceitos e ideias estranhos aos ecosistemas a que estamos habituados.
Utopia is the idealization of a perfect society, as such, it can be regarded as a mental tool which the architect must use in its architectural conceptions, an exercise used for brainstorm and the evaluation on consequences of their creations about space and society. In a utopist creation, the impossible is that matters , what would happen if there were no limitation, so we can push construction to the limit and see it's reaction on the society and its surroundings. Here we'll be able to analyze the questions that an utopia presents us by removing the natural limits of constructions, allowing the mental materialization of several imaginary worlds. However, architecture isn't the only beneficiary of this tool, several other subjects transfer ideas and concepts through an utopia, creating unique experiences and enhancing the final product. The same way architecture can be inspired by utopias, it can also be shaped by another subject's creation, allowing a symbiotic cycle between inspiration and inspired. Utopia becomes a tool available to the architect, that when followed by drawings and representations allows us materialize ideas that would otherwise never be discussed and shared. this tool exists for the architect to overthrow challenges and problems that appear on through stagnation and prejudice, offering a higher mental flexibility for every situation. This avoids the ordinary, allowing the creation of areas truly creative and unique, avoiding cities and societies to stop in time, who eventually die due to their lack of modernization. The utopist creation becomes a game of action-reaction, where the architect tries to control the transformation of societies with the introduction of concepts and ideas foreign to the ecosystems that we are blindly used to.

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Palavras-chave

Arquitectura - Espaço imaginário - Utopia Arquitectura - Espaço imaginário - Representação Arquitectura - Cidade - Cinema

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