Publicação
O Impacto de Diferentes Estratégias de Recuperação no Desempenho e na Fadiga após Cronoescalada
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Ciências do Desporto | |
| dc.contributor.advisor | Marques, Diogo Luís Sequeira Torgal | |
| dc.contributor.advisor | Neiva, Henrique Pereira | |
| dc.contributor.author | Bento, Duarte Luís Louro de Oliveira Correia | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-28T11:02:08Z | |
| dc.date.available | 2026-01-28T11:02:08Z | |
| dc.date.issued | 2025-11-19 | |
| dc.date.submitted | 2025-10-13 | |
| dc.description.abstract | Este estudo teve como objetivo comparar os efeitos da recuperação ativa vs. passiva após uma prova de ciclismo de estrada em subida no desempenho mecânico, fisiológico e psicofisiológico. Num estudo cruzado, nove ciclistas (experiência de ciclismo: 8.0 ± 2.3 anos; idade: 22.1 ± 2.9 anos; massa corporal: 70.0 ± 7.9 kg; altura: 1.74 ± 0.08 m) foram submetidos a dois tipos de recuperação, cada um realizado com um intervalo de 8 dias, após uma prova de ciclismo de estrada em subida de aproximadamente 10 km. A recuperação ativa consistiu em pedalar num sistema de rolos durante 30 minutos entre os 60 e 70% da frequência cardíaca máxima prevista, enquanto a recuperação passiva consistiu em repouso completo (ciclistas sentados na cadeira) durante 30 minutos. Após a prova e após os períodos de recuperação, foram avaliadas as seguintes variáveis: salto vertical com contramovimento (SVC), lançamento da bola medicinal (LBM), frequência cardíaca (FC), lactato sanguíneo (LAC) e perceção subjetiva de esforço (PSE). A percentagem de mudança (%?) do pós-prova para o pós-recuperação nas diferentes variáveis foi comparada através de um teste t de amostras emparelhadas, com a magnitude das diferenças analisadas através do tamanho do efeito de Hedge’s g. Os resultados indicaram que a recuperação ativa, em comparação com a recuperação passiva, induziu maior aumentos de desempenho no SCV (p=0.002; g=1.56) e LBM (p=0.009; g=0.95) e promoveu uma maior diminuição da lactatemia (p<0.001; g=3.44). Por outro lado, a recuperação passiva induziu um maior decréscimo na frequência cardíaca do que a recuperação ativa (p<0.001; g=3.35). Não se registaram diferenças entre as duas estratégias de recuperação na PSE (p=0.18; g=0.63). Em síntese, este estudo sugere que a recuperação ativa pode ser relevante entre etapas de ciclismo consecutivas, treinos intervalados ou provas em dias sucessivos, enquanto a recuperação passiva pode ser aconselhável quando o objetivo passa por promover um repouso autonómico completo. | por |
| dc.description.abstract | This study aimed to compare the effects of active vs. passive recovery following an uphill road cycling trial on mechanical, physiological, and psychophysiological performance. In a crossover design, nine cyclists (cycling experience: 8.0 ± 2.3 years; age: 22.1 ± 2.9 years; body mass: 70.0 ± 7.9 kg; height: 1.74 ± 0.08 m) underwent two types of recovery, each performed eight days apart, following an uphill road cycling test of approximately 10 km. Active recovery consisted of pedaling on a roller system for 30 minutes at 60– 70% of the predicted maximal heart rate, while passive recovery involved complete rest (cyclists seated on a chair) for 30 minutes. After the trial and after each recovery period, the following variables were assessed: countermovement jump (CMJ), medicine ball throw (MBT), heart rate (HR), blood lactate concentration (LAC), and rating of perceived exertion (RPE). The percentage change (%?) from post-exercise to post-recovery in the different variables was compared using a paired samples t-test, with the magnitude of the differences analyzed through Hedge’s g effect size. Results indicated that active recovery, compared to passive recovery, induced greater performance improvements in CMJ (p = 0.002; g = 1.56) and MBT (p = 0.009; g = 0.95), and promoted a greater reduction in blood lactate concentration (p < 0.001; g = 3.44). Conversely, passive recovery induced a greater decrease in heart rate than active recovery (p < 0.001; g = 3.35). No significant differences were observed between the two recovery strategies for RPE (p = 0.18; g = 0.63). In summary, this study suggests that active recovery may be particularly relevant between consecutive cycling stages, interval training sessions, or multi-day competitions, whereas passive recovery may be advisable when the main goal is to promote complete autonomic rest. | eng |
| dc.identifier.tid | 204162327 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.6/19844 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ | |
| dc.subject | Ciclismo | por |
| dc.subject | Desempenho Físico | por |
| dc.subject | Estrada | por |
| dc.subject | Fadiga | por |
| dc.subject | Lactatemia | por |
| dc.subject | Recuperação | por |
| dc.subject | Resposta Cardiovascular | por |
| dc.title | O Impacto de Diferentes Estratégias de Recuperação no Desempenho e na Fadiga após Cronoescalada | por |
| dc.type | master thesis | por |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.name | 2º Ciclo em Ciências do Desporto | por |
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