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Adição ao Trabalho e o Distress Psicológico em Trabalhadores Portugueses

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Abstract(s)

A presente investigação tem como objetivo avaliar a adição ao trabalho e o distress psicológico em trabalhadores portugueses. Especificamente, pretende-se avaliar os níveis de adição ao trabalho e de distress psicológico na amostra; comparar estas variáveis em função da idade, do género, da escolaridade, da situação profissional e do setor de atividade; correlacionar a adição ao trabalho e o distress psicológico e determinar o poder preditivo da adição ao trabalho e das variáveis sociodemográficas no distress psicológico. Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo, correlacional e preditivo. A amostra é constituída por 537 sujeitos de nacionalidade portuguesa que exerçam alguma atividade profissional em empresa privada ou organização pública, 330 são mulheres, 202 são homens, com idades compreendidas entre os 18 e os 66 anos. A maioria dos participantes eram casados, tinham até 12 anos de escolaridade, pertenciam a um estatuto socioeconómico médio e residiam em uma pequena cidade. Os resultados indicaram baixos níveis de adição ao trabalho e níveis moderados de distress psicológicos na amostra. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre as variáveis sociodemográficas e a adição ao trabalho. Observou-se que as mulheres mais jovens e trabalhadoras-estudantes apresentaram níveis superiores de distress psicológico. Verificou-se uma relação significativa e positiva entre adição ao trabalho e distress psicológico, bem como um poder preditivo da adição ao trabalho e das variáveis sociodemográficas no distress psicológico. Na discussão, são analisadas algumas implicações dos achados, bem como sugestões para investigações futuras.
The present study aims to assess work addiction and psychological distress among Portuguese workers. Specifically, it seeks to assess the levels of work addiction and psychological distress in the sample; compare these variables according to age, gender, education level, professional status, and industry sector; correlate work addiction and psychological distress; and determine the predictive power of work addiction and sociodemographic variables on psychological distress. This is a quantitative, descriptive, correlational and predictive study. The sample comprises 537 Portuguese participants engaged in professional activities within private companies or public organizations, including 330 women and 202 men, aged between 18 and 66 years. Most participants were married, had up to 12 years of education, belonged to a middle socioeconomic status, and lived in small towns. The results indicated low levels of work addiction and moderate levels of psychological distress within the sample. No statistically significant differences were found between sociodemographic variables and work addiction. Younger women and worker-students exhibited higher levels of psychological distress. A significant positive relationship was found between work addiction and psychological distress, as well as a predictive power of work addiction and sociodemographic variables for psychological distress. The discussion analyses some implications of these findings and offers suggestions for future research.

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Adição ao Trabalho Distress Psicológico Trabalhadores Portugueses

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