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O ensino da escrita criativa em Portugal: preconceitos, verdades e desafios

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A Escrita Criativa, que como disciplina académica existe nos EUA e em Inglaterra há mais de um século, constitui ainda uma novidade no nosso país. Restrita a algumas universidades, clubes do ensino secundário e cursos realizados fora do sistema de ensino oficial, a EC nem sempre é lecionada por pessoas com habilitação ou experiência nas áreas da narrativa ficcional, poesia e guionismo. Daqui têm resultado preconceitos e distorções do que realmente é esta área do saber. Na presente comunicação, procuro clarificar, com brevidade, determinados aspetos basilares para a compreensão da EC: O que é? A escrita literária pode ser ensinada? Quais os objetivos, conteúdos e métodos da EC? A quem se destina? Como se pode e deve articular, interdisciplinarmente, esta cadeira com o ensino da Língua Portuguesa e da Teoria da Literatura? Qual o seu papel no incentivo à leitura. Para responder a estas dúvidas e ansiedades, parto da minha experiência como aluno de EC na Universidade de Luton, em Inglaterra; como escritor; como docente de EC e orientador de dissertações de mestrado nessa área, na Universidade Católica Portuguesa, em Viseu.

Descrição

Palavras-chave

Escrita Criativa Ensino História Intertextualidade

Contexto Educativo

Citação

Mancelos, João de. “O ensino da escrita criativa em Portugal: Preconceitos, verdades e desafios”. Exedra (Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra) 2 (2010): 155-160. ISSN: 1646-9526.

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