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“Hey, hey, ho, ho, Western Culture’s got to go”: Desafios ao cânone literário norte-americano

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Desde a década de 70 do século XX que académicos, ensaístas e críticos têm debatido o cânone literário norte-americano, levantando questões como “quais os mecanismos que levaram à inclusão de determinados autores?”; “por que razão foram outros afastados?”; “qual é a relação entre cânone e poder?”. O cânone constitui uma construção promovida por governos, academias, entidades que atribuem prémios literários e editoras poderosas. Tal estratégia ideológica tem vindo a suscitar uma “guerra cultural” entre os renovadores (pluralistas, feministas, historicistas, marxistas, etc.), e os conservadores, que defendem uma cultura predominantemente eurocêntrica, branca, masculina. Neste artigo, analiso de forma crítica as posições de uns e de outros, com recurso a passos dos seus ensaios mais relevantes. O meu objetivo é evidenciar a necessidade de abertura do cânone literário, de forma a incluir autores que foram injustamente relegados para segundo plano, e revelar a riqueza multicultural da nação.

Descrição

Palavras-chave

Cânone literário Literatura Norte-Americana Reconstrução Multiculturalismo

Contexto Educativo

Citação

Mancelos, João de. “Hey, hey, ho, ho, Western Culture’s got to go: Desafios ao cânone literário norte-americano”. Máthesis (Universidade Católica Portuguesa, Viseu) 13 (2004): 159-176. ISSN: 0872-0215.

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