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Doença inflamatória intestinal

dc.contributor.advisorMaçôas, Fernanda Maria Trovão
dc.contributor.authorRaposo, Filipa Andreia Quina
dc.date.accessioned2012-12-14T17:08:49Z
dc.date.available2012-12-14T17:08:49Z
dc.date.issued2008-06
dc.description.abstractA designação de Doença Inflamatória Intestinal (DII) aplica-se essencialmente á doença inflamatória crónica intestinal idiopática, uma vez que existem outros contextos inflamatórios, nomeadamente infecciosos que não são abrangidos por esta entidade clínica. A DII inclui a Doença de Chron (DC) a Colite Ulcerosa (CU) e também a Colite Indeterminada, as quais em virtude de apresentarem aspectos epidemiológicos, genéticos, imunológicos, clínicos e terapêuticos comuns, são englobadas na mesma doença. A causa exacta desta doença contínua desconhecida, embora os avanços que se têm verificado nos últimos anos nos meios de investigação sugiram uma hipótese para o desenvolvimento desta doença. O facto de se tratar de uma doença cuja incidência tem vindo a aumentar, na qual ainda há muitos enigmas por resolver e com a qual contactei diversas vezes no decorrer da minha licenciatura, despertou o meu interesse para fazer sobre este tema a minha dissertação de mestrado. Para tal realizei uma revisão bibliográfica de artigos e livros publicados até 20 de Março de 2008. Os dados estatísticos demonstram um aumento acentuado da incidência da doença nos países do hemisfério sul, embora continue a ser mais prevalente nos países do hemisfério norte e nos estratos sócio económicos mais altos. O tabaco tem sido associado ao desenvolvimento de CU. Os estudos sobre outros factores como apendicectomia, contraceptivos orais e dieta, ainda não são totalmente conclusivos, pelo que se aguardam estudos futuros nesta área. Nos últimos anos têm havido avanços nos meios complementares de diagnóstico o que veio facilitar o dignóstico e o seguinto dos doentes com DII. Dado o risco que os doentes com DII têm para o desenvolvimento de neoplasias, nos últimos anos foram definidos programas de vigilância e iniciouse a sua aplicação. Também nos últimos anos a introdução de novas terapêuticas como o budesonido, o infliximab e seus novos análogos permitiram melhorar significativamente a qualidade de vida dos doentes com DII e diminuir os efeitos sistémicos de certas terapêuticas como é o caso do budesonido, quando comparados com os corticoides usados anteriormente.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.6/861
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade da Beira Interiorpor
dc.subjectDoença inflamatória intestinalpor
dc.subjectDoença inflamatória intestinal - Factores de riscopor
dc.subjectDoença inflamatória intestinal - Diagnósticopor
dc.subjectDoença inflamatória intestinal - Tratamentopor
dc.subjectDoença de Chronpor
dc.subjectColite ulcerosapor
dc.titleDoença inflamatória intestinalpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceCovilhãpor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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