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Um guião cinematográfico: Manual de instruções ou obra literária?

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Resumo(s)

Será que um argumento se esgota na sua funcionalidade ou poderá viver para além das rodagens do filme? Apresentará caraterísticas inerentes a um documento literário, como a ficcionalidade, a plurissignificação e o valor estilístico? Poderá um guião ocupar, legitimamente, um espaço digno numa estante, entre contos, novelas, romances, poemas ou textos dramáticos? Pretendo responder a estas perguntas, analisando, em primeiro lugar, as razões invocadas por aqueles que consideram o argumento um texto não literário; em segundo, examino os motivos esgrimidos por quem acredita no valor artístico de um guião. Para esclarecer esta problemática, recorro ao parecer de teóricos da literatura e do cinema e a guionistas. Cito ainda trechos de dois guiões que marcaram a história do cinema — Apocalypse Now Redux (2001), de Francis Ford Coppola e John Milius, e Taxi Driver (1976), de Paul Schrader — para ilustrar a sua qualidade estética. O meu objetivo é, desmontando preconceitos, dignificar esta forma de arte narrativa e enquadrá-la nas letras.

Descrição

Palavras-chave

Guionismo Literariedade Estudos Fílmicos Indústria cinematográfica

Contexto Educativo

Citação

Mancelos, João de. “Um guião cinematográfico: Manual de instruções ou obra literária?”. Atas do VII Encontro Anual da AIM. Ed. Ana Balona de Oliveira, Catarina Maia e Madalena Oliveira. Lisboa: AIM, 2017. 288-295. ISBN: 978-989-98215-8-3.

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AIM (Associação de Investigadores da Imagem em Movimento)

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