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Os documentos legislativos e orientadores do ensino básico em Portugal salientam a
importância da língua portuguesa, destacando o seu papel no desenvolvimento do aluno. O domínio da língua portuguesa assume-se como formação nuclear, sendo apresentada, no conjunto das competências essenciais, como competência específica e competência geral, de desenvolvimento transversal. Por outro lado, verifica-se que os alunos terminam o ensino básico com lacunas linguísticas preocupantes, o que justifica a pertinência de uma reflexão
aprofundada sobre esta problemática.
Este estudo pretende investigar, no âmbito do paradigma qualitativo, em que medida
as representações de coordenadores curriculares de turmas corroboram a ênfase dada pela administração central à língua portuguesa no ensino básico. Através de entrevistas semiestruturadas a sete directores de turma do terceiro ciclo, foram recolhidos dados acerca das suas percepções sobre gestão curricular, a natureza da competência relativa ao uso correcto da língua portuguesa no ensino básico e a prática de operacionalização transversal da mesma.
Os resultados indicam que, embora conscientes do significado e da pertinência do desenvolvimento transversal da competência, os entrevistados identificam dificuldades na sua operacionalização, associadas, principalmente, à falta de tempo, insuficiente formação nesta área e visão demasiado disciplinar do currículo por parte de alguns professores.
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Keywords
Língua portuguesa Currículo escolar
