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Investimento estrangeiro em acções: determinantes e efeitos nos preços e volatilidade do mercado português
| dc.contributor.advisor | Monteiro, João Dionísio | |
| dc.contributor.author | Ramos, António Albino Costa | |
| dc.date.accessioned | 2015-01-27T12:33:18Z | |
| dc.date.available | 2015-01-27T12:33:18Z | |
| dc.date.issued | 2009 | |
| dc.date.submitted | 2009 | |
| dc.description.abstract | Os fluxos de capitais privados estrangeiros que entram numa economia são, geralmente, classificados em três grandes categorias: investimento directo, investimento de carteira e crédito bancário. Até final da década 1980, nos mercados desenvolvidos e emergentes, o investimento directo e o crédito bancário estrangeiro representavam a maioria dos fluxos que entravam nestas economias. A partir do início da década de 1990, a composição dos fluxos altera-se, passando a posição maioritária para os fluxos de carteira, representando os fluxos em acções uma fracção considerável desta maioria (Ahmed e Gooptu, 1993; Gavin e Haegeli, 1999, López-Mejía, 1999; Tesar, 1999, Perrault, 2002). Este facto traduziu a abertura dos mercados e o progressivo relaxamento das restrições de investimento ao capital estrangeiro e, simultaneamente, o reconhecimento pelos investidores dos benefícios da diversificação internacional de carteiras. A partir do início da década de 1990, o aumento dos fluxos estrangeiros em acções para os mercados emergentes, incluindo Portugal, foi significativo. Os países desenvolvidos iniciaram processos de liberalização dos mercados de capitais a partir do início da década de 1980, passando muitos deles a mercados inteiramente liberalizados a partir de meados desta década. Por sua vez, os mercados emergentes iniciaram processos de liberalização mais tardios; no final da década de 1990, havia ainda alguns mercados que impunham restrições às posições de investimento estrangeiro, sendo a Coreia do Sul um destes casos (Choe, Kho, e Stulz, 1999; Kim e Wei, 2002,a,b). Decorrente do aumento significativo dos fluxos estrangeiros em acções, nalguns mercados os investidores estrangeiros alcançaram posições de investimento significativas, como foi o caso português onde, em meados de 2004, a posição de investimento estrangeiro, englobando os diversos canais de investimento, representava cerca de um terço da capitalização accionista da bolsa portuguesa. O problema de investigação deste trabalho é, pois, a relação entre as aquisições líquidas de acções nacionais pelos investidores estrangeiros e: 1) a rendibilidade e volatilidade do mercado português; 2) os factores de risco económico e financeiro, locais e globais, que as motivam. | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.6/2935 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.subject | Mercado de capitais - Investimento estrangeiro | por |
| dc.subject | Acções - Investimento estrangeiro - Portugal | por |
| dc.title | Investimento estrangeiro em acções: determinantes e efeitos nos preços e volatilidade do mercado português | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | masterThesis | por |
| thesis.degree.discipline | Economia Financeira | por |
| thesis.degree.level | Mestre | por |
| thesis.degree.name | Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de mestre em Economia Financeira | por |
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