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Orientador(es)
Resumo(s)
Digamo-lo de vez numa afirmação: para Michel Henry, o ethos da Ética é a Vida enquanto poder de se auto-experienciar e de se autorevelar. Tal é o seu lugar ontológico (”le site ontologique”), a sua morada originária. Falamos, porém, não do 'eîdos' (ideia) da vida, mas da vida real, concreta e invisível de todos viventes, que não recebe injunções exteriores, à maneira de leis positivas, regras, normas, códigos, etc. Falar de Vida ética é, assim, uma redundância, porque a Vida é ética e o 'ethos' é a Vida, num enlace patético primordial.
Descrição
Palavras-chave
Michel Henry Fenomenologia Radical Vida Ética Inumano
Contexto Educativo
Citação
Rosa, José Maria Silva, «O Ethos da ética na Fenomenologida da Vida de Michel Henry», In Alves M.S.P., Santos J. M., Sá A.F. de (Orgs.), Humano e Inumano. A dignidade do Homem e os Novos Desafios, Revista Phainomenon. Estudos de Fenomenologia, Lisboa, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2006, pp. 279-290
Editora
Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Centro de Filosofia
