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Cidadania e Revolução na "Política" de Aristóteles

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O sentido da presente investigação decorre da intenção de situar a praxis revolucionária numa fenomenologia da experiência concreta, focalizando-a de modo hermenêutico, já não a partir da perspectiva positivista dos modelos interpretativos e operativos da psico-sociologia mas do escopo de uma reflexão filosófica abrangente e fundamentadora, tal como Aristóteles a realiza na Política, colocando-nos perante uma questão fundamental: porque se alteram os regimes políticos? O pensamento político do Estagirita afigura-se, pois, teoricamente adequado para enfrentar tal desafio, por duas razões: em primeiro lugar, porque a filosofia aristotélica se move no interior de uma hermenêutica do viver humano em comunidade, cuja expressão máxima culmina na experiência de cidadania; em segundo lugar, porque a Política aristotélica nos fornece uma fenomenologia integral do acto revolucionário, entendido este quer ao nível da alteração orgânica dos regimes instituídos, quer ao nível da desarticulação dos dispositivos constitucionais vigentes.

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Aristóteles Teoria polítca aristotélica Pensamento político antigo Teoria da revolução Polis grega Estabilidade e ordem política Regimes políticos Instabilidade social e desordem Fenomenologia do acto revolucionário Hermenêutica da experiência política Bem comum

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