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Enhancing Mechanical Outcomes in Resistance Training: The Impact of Different Warm-Up and Re-Warm-Up Strategies

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Resumo(s)

Warm-up in resistance training is essential to improve performance of practitioners. However, gaps remain in selecting the optimal warm-up protocol for resistance training. Alongside warm-up, re-warm-up is also an underexplored topic in this context. The present thesis seeks deepening understanding of how different warm-up and re-warmup strategies influence mechanical performance during resistance training. To achieve these objectives, five studies were conducted: i) a review about warm-up and re-warmup during resistance training; ii) interpretation and discussion of usual practices among strength coaches and practitioners in Portugal; iii) a comparison of two warm-up strategies (specific warm-up vs. general plus specific warm-up); iv) the effect of re-warmup on bench press and squat performance during resistance training; v) individual variability on response to the re-warm-up. The results showed that i) no prior studies have addressed re-warm-up’s effect on dynamic strength performance in resistancetrained individuals; ii) adherence to general and specific warm-up protocols was high (> 93 %), yet intra-session re-warm-up was seldom used (< 20 %); iii) no mechanical or psychophysiological differences emerged when combined general and specific warm-up or even specific warm-up were used during resistance training; iv) re-warm-up significantly enhanced mean propulsive velocity and power in the squat exercise, but not in the bench press exercise,; v) stronger, taller, and heavier athletes were reported to be more likely to respond positively to the re-warm-up protocol. Across these five developed studies, it was suggested that both specific warm-up and combined general and specific warm-up protocols can properly prepare athletes, once the selection of warm-up should consider the available time to perform the resistance training and the individuals’ purposes. The re-warm-up during resistance training, although little used, shows promise and appears to benefit stronger, taller, and with higher body mass individuals, further reinforcing the importance of personalized protocols.
O aquecimento no treino de força revela-se fundamental na melhoria do desempenho dos seus praticantes. No entanto, ainda existem algumas lacunas a respeito da escolha do aquecimento ideal para a prática do treino de força. A par do aquecimento, também o reaquecimento é um tema pouco estudado neste tipo de treino. A presente tese visa aprofundar o conhecimento sobre como diferentes estratégias de aquecimento e reaquecimento influenciam o desempenho mecânico em exercícios de treino de força. Para concretizar estes objetivos foram realizados cinco estudos: i) uma revisão sobre a prática de aquecimento e reaquecimento durante o treino de força; ii) levantamento de práticas de aquecimento e reaquecimento por parte de praticantes e treinadores de força em Portugal; iii) comparação de duas estratégias de aquecimento (aquecimento específico vs. aquecimento geral seguido de aquecimento específico); iv) efeito do reaquecimento durante o treino de força realizado com os exercícios de supino e agachamento; v) variabilidade individual na resposta ao reaquecimento. Os resultados indicaram que i) não existem estudos que abordem o efeito do reaquecimento sobre o desempenho de força dinâmica em indivíduos treinados; ii) as práticas usuais revelam elevada adesão ao formato de aquecimento geral e específico (> 93 %), mas escassa utilização de reaquecimento intra-sessão (< 20 %); iii) não se observaram diferenças em variáveis mecânicas ou psicofisiológicas entre a realização de aquecimento geral e específico combinado ou realização de aquecimento somente específico num treino de força; iv) o reaquecimento melhora significativamente a velocidade média propulsiva e a potência no agachamento, mas não no supino; v) praticantes mais fortes, altos e pesados apresentam maior probabilidade de responder positivamente ao protocolo de reaquecimento. Assim, os trabalhos desenvolvidos sugerem que estratégias de aquecimento incluindo somente a componente específica ou adicionando uma componente mais geral poderão preparar adequadamente os praticantes, sendo que a escolha deve considerar o tempo disponível e os objetivos individuais. O reaquecimento durante o treino de força, apesar de pouco usado, mostra-se promissor e parece beneficiar indivíduos mais fortes, altos e com maior massa corporal, reforçando ainda a importância de protocolos personalizados.

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Palavras-chave

Aquecimento Reaquecimento Força Velocidade Potência Warm-up Re-warm-up Strength Velocity Power

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