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- Enhancing Mechanical Outcomes in Resistance Training: The Impact of Different Warm-Up and Re-Warm-Up StrategiesPublication . Neves, Pedro Miguel Pombo; Alves, Ana Sofia Ruivo; Marques, Diogo Luís Sequeira TorgalWarm-up in resistance training is essential to improve performance of practitioners. However, gaps remain in selecting the optimal warm-up protocol for resistance training. Alongside warm-up, re-warm-up is also an underexplored topic in this context. The present thesis seeks deepening understanding of how different warm-up and re-warmup strategies influence mechanical performance during resistance training. To achieve these objectives, five studies were conducted: i) a review about warm-up and re-warmup during resistance training; ii) interpretation and discussion of usual practices among strength coaches and practitioners in Portugal; iii) a comparison of two warm-up strategies (specific warm-up vs. general plus specific warm-up); iv) the effect of re-warmup on bench press and squat performance during resistance training; v) individual variability on response to the re-warm-up. The results showed that i) no prior studies have addressed re-warm-up’s effect on dynamic strength performance in resistancetrained individuals; ii) adherence to general and specific warm-up protocols was high (> 93 %), yet intra-session re-warm-up was seldom used (< 20 %); iii) no mechanical or psychophysiological differences emerged when combined general and specific warm-up or even specific warm-up were used during resistance training; iv) re-warm-up significantly enhanced mean propulsive velocity and power in the squat exercise, but not in the bench press exercise,; v) stronger, taller, and heavier athletes were reported to be more likely to respond positively to the re-warm-up protocol. Across these five developed studies, it was suggested that both specific warm-up and combined general and specific warm-up protocols can properly prepare athletes, once the selection of warm-up should consider the available time to perform the resistance training and the individuals’ purposes. The re-warm-up during resistance training, although little used, shows promise and appears to benefit stronger, taller, and with higher body mass individuals, further reinforcing the importance of personalized protocols.
- Diferentes intensidades de aquecimentoPublication . Neves, Pedro Miguel Pombo; Neiva, Henrique Pereira; Alves, Ana Sofia RuivoO aquecimento é considerado uma parte integral do treino, tendo como principal objetivo a prevenção de lesões e a preparação para a atividade física. Pouco se sabe acerca dos efeitos sobre o desempenho muscular, e, de forma mais específica, acerca do seu desenho. O presente estudo teve como objetivo verificar o efeito da utilização de diferentes intensidades de aquecimento específico num treino de força muscular. Para isso, foi utilizado o exercício de agachamento, no qual foram avaliadas respostas mecânicas (velocidade média propulsiva, potência média propulsiva e perda de velocidade propulsiva), respostas fisiológicas (frequência cardíaca, temperatura auricular e concentração sanguínea de lactato) e psicofisiológicas (perceção subjetiva de esforço). Este estudo foi realizado com 14 sujeitos do sexo masculino, com idades compreendidas entre 19 e os 35 anos (24.43±3.98 anos de idade; massa corporal: 77.71±10.35 kg; estatura: 1.75±0.07 m). Propôs-se assim comparar as alterações provocadas por três protocolos de aquecimento: i) com intensidade leve (3x6x40% da carga de treino com 3min de intervalo); ii) com intensidade elevada (3x6x80% da carga de treino com 3min de intervalo); iii) sem qualquer tipo de aquecimento. Através dos dados recolhidos, verificou-se a existência de diferenças significativas nos valores médios da velocidade propulsiva na 2ª série (p = 0.01, d = 0.79) e na 3ª série (p = 0.04, d = 0.59), com valores superiores para o aquecimento com intensidades elevadas quando comparado com intensidades leves. Em relação à potência desenvolvida durante o treino, verificaram-se também valores superiores com a realização de aquecimento com maior intensidade, durante a 2ª série (p = 0.03, d = 0.67) e na 3ª série do treino (p = 0.04, d = 0.62 e p = 0.04, d = 0.61). Mais, os valores máximos de potência propulsiva foram obtidos através da realização de aquecimento com intensidades mais elevadas, comparativamente à condição de não aquecimento e de aquecimento com intensidades leves (p = 0.03, d = 0.60 e p = 0.01, d = 0.58, respetivamente). Verificamos ainda que, depois de 15min do término do treino, a frequência cardíaca demonstrou ser superior com a realização de aquecimento de intensidade leve ou elevada (p = 0.04, d = 0.62 e p = 0.05, d = 0.59). Os resultados parecem assim indicar que a prática de um aquecimento antes da realização de um treino poderá ser benéfica para a otimização dos resultados, sendo que aquecimentos com intensidades mais elevadas poderão ser mais eficazes no desempenho.
