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Orientador(es)
Resumo(s)
Based on a written corpus by 69 Portuguese learners of English, this study was designed to discover insights into the metalinguistic competences of young adult L2 users over three different sessions of a 30-hour a Technical English for Pharmacists at the School of Health of the Guarda Polytechnic Institute in Portugal. The longitudinal study effectively covered a total of 138 texts submitted as an initial and final report by each learner, written in conditions similar to those of the International Corpus of Learner English (ICLE). For the initial report, a portrait emerges of the written interlanguage of Portuguese science students after their K-12 course of study, with errors distributed among syntactic (43%), lexical (36%), and style and spelling (21%) sources. The written interlanguage analyzed consisted of 28,069 words, constituting 1,311 T-units, which revealed a total of 4,143 errors. The difference from the initial to the final report revealed an overall improvement of 6% less errors, from the pattern of 43-36-21% pattern for syntactic-lexical-style & spelling errors to 47-37-16%, after the 30-hour course. This was accompanied by a 42% growth in the number of words produced, and a corresponding increase of 17% in the number of T-units as well as a 23% rise in their mean length (MLT-U). These changes were further explored to determine that, of the three groups studied, one first and two second year groups, with average ages of 19 and 20.13 respectively, reveal age to be a significant factor for improvements, particularly in both the number of words and T-units. Error analysis determined an overall error recurrence of 45% syntactic, 37% lexical, and 18% due to style and spelling; further analysis found that, in six of the ten subclassifications, representing 57% of the written corpus, errors due to collocation, pronouns, Portuguese-influenced lexical choices, style, such as repetition and punctuation, and spelling showed patent improvement over the 30-hour course. The remaining 43%, distributed among four lexical and syntactic subclassifications in which more errors were revealed in the final reports at the end of the 30-hour course, lexical morphology and lexical choice as well as errors of distribution and production of verbal groups, were closely examined for insights into the metalinguistic competences of these subjects. Due to its exploratory nature, this study forged beyond L1 influence on errors, established at a total of 39% of the syntactical and lexical areas analyzed, to reveal a myriad of highly dynamic metalinguistic approaches to word formation and syntactic creation, the awareness of which can be productive for both learners and teachers. As such, the thesis concludes with a number of suggestions for best practice in the classroom based on the insights from interlanguage as revealed in writing.
Baseando-se num corpus escrito por 69 estudantes portugueses de inglês, este estudo foi concebido para investigar as competências metalinguísticas de jovens adultos falantes de L2, ao longo de três sessões distintas de um curso de Inglês Técnico para Farmacêuticos na Escola de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda em Portugal. O estudo longitudinal abrangeu um total de 138 textos submetidos sob a forma de relatório inicial e final por cada estudante, tendo sido escritos em condições semelhantes à do International Corpus of Learner English (ICLE). No que diz respeito ao relatório inicial, emerge um retrato da interlinguagem escrita dos estudantes portugueses da área das Ciências e Tecnologias, após o 12º ano de estudo, com erros distribuídos por fontes sintácticas (43%), lexicais (36%), e estilo e ortografia (21%). A interlinguagem escrita analisada consistiu em 28 069 palavras, constituindo 1 311 T-units, tendo sido revelados 4 143 erros. A diferença observada do relatório inicial para o final revelou uma melhoria global nos erros de 6% — do padrão de 43-36-21% para erros sintácticos — lexicais — e de estilo e ortografia, para 47-37-16% — depois do curso de 30 horas. Isto foi acompanhado de um aumento de 42% no número de palavras produzidas, e um correspondente incremento de 17% no número de T-units, assim como um aumento de 23% no cumprimento médio do T-unit (mean length of T-unit [MLT-U]). Estas mudanças foram adicionalmente investigadas, tendo sido possível determinar que os três grupos estudados, um grupo do primeiro ano e dois grupos do segundo ano, com idades médias de 19 e 20.13 respectivamente, demonstram que a idade é um importante factor de melhoria, tanto no número de palavras como no número de T-units. A análise dos erros apurou uma recorrência global de erros de 45% na sintaxe, 37% no léxico e 18% no estilo e ortografia; o aprofundamento da análise revelou que, em seis das dez subclassificações, representando 57% do corpus escrito, erros resultantes da colocação, pronomes, escolhas lexicais influenciadas pela língua portuguesa, estilo, como repetição e pontuação, bem como ortografia, evidenciaram uma melhoria substancial após o curso de 30 horas. Quanto aos restantes 43%, distribuídos ao longo das quatro subclassificações lexicais e sintácticas nas quais mais erros foram revelados nos relatórios finais no fim do curso de 30 horas — morfologia lexical e escolha lexical, assim como erros de distribuição e produção dos grupos verbais — aqueles foram cuidadosamente examinados de forma a apurar as competências metalinguísticas destes sujeitos. Em virtude da sua natureza exploratória, este estudo averiguou mais além da influência da L1 nos erros, observada em 39% da totalidade das áreas sintácticas e lexicais sujeitas a análise, revelando uma miríade de aproximações metalinguísticas extremamente dinâmicas nos planos da formação de palavras e da criação sintáctica, e cujo reconhecimento pode ser produtivo tanto para alunos como para professores. Deste modo, a presente tese conclui com um conjunto de sugestões conducentes a boas práticas em sala de aula, baseando-se nos conhecimentos da interlinguagem revelados na escrita.
Baseando-se num corpus escrito por 69 estudantes portugueses de inglês, este estudo foi concebido para investigar as competências metalinguísticas de jovens adultos falantes de L2, ao longo de três sessões distintas de um curso de Inglês Técnico para Farmacêuticos na Escola de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda em Portugal. O estudo longitudinal abrangeu um total de 138 textos submetidos sob a forma de relatório inicial e final por cada estudante, tendo sido escritos em condições semelhantes à do International Corpus of Learner English (ICLE). No que diz respeito ao relatório inicial, emerge um retrato da interlinguagem escrita dos estudantes portugueses da área das Ciências e Tecnologias, após o 12º ano de estudo, com erros distribuídos por fontes sintácticas (43%), lexicais (36%), e estilo e ortografia (21%). A interlinguagem escrita analisada consistiu em 28 069 palavras, constituindo 1 311 T-units, tendo sido revelados 4 143 erros. A diferença observada do relatório inicial para o final revelou uma melhoria global nos erros de 6% — do padrão de 43-36-21% para erros sintácticos — lexicais — e de estilo e ortografia, para 47-37-16% — depois do curso de 30 horas. Isto foi acompanhado de um aumento de 42% no número de palavras produzidas, e um correspondente incremento de 17% no número de T-units, assim como um aumento de 23% no cumprimento médio do T-unit (mean length of T-unit [MLT-U]). Estas mudanças foram adicionalmente investigadas, tendo sido possível determinar que os três grupos estudados, um grupo do primeiro ano e dois grupos do segundo ano, com idades médias de 19 e 20.13 respectivamente, demonstram que a idade é um importante factor de melhoria, tanto no número de palavras como no número de T-units. A análise dos erros apurou uma recorrência global de erros de 45% na sintaxe, 37% no léxico e 18% no estilo e ortografia; o aprofundamento da análise revelou que, em seis das dez subclassificações, representando 57% do corpus escrito, erros resultantes da colocação, pronomes, escolhas lexicais influenciadas pela língua portuguesa, estilo, como repetição e pontuação, bem como ortografia, evidenciaram uma melhoria substancial após o curso de 30 horas. Quanto aos restantes 43%, distribuídos ao longo das quatro subclassificações lexicais e sintácticas nas quais mais erros foram revelados nos relatórios finais no fim do curso de 30 horas — morfologia lexical e escolha lexical, assim como erros de distribuição e produção dos grupos verbais — aqueles foram cuidadosamente examinados de forma a apurar as competências metalinguísticas destes sujeitos. Em virtude da sua natureza exploratória, este estudo averiguou mais além da influência da L1 nos erros, observada em 39% da totalidade das áreas sintácticas e lexicais sujeitas a análise, revelando uma miríade de aproximações metalinguísticas extremamente dinâmicas nos planos da formação de palavras e da criação sintáctica, e cujo reconhecimento pode ser produtivo tanto para alunos como para professores. Deste modo, a presente tese conclui com um conjunto de sugestões conducentes a boas práticas em sala de aula, baseando-se nos conhecimentos da interlinguagem revelados na escrita.
Descrição
Palavras-chave
Segunda língua - Ensino-aprendizagem - Metodologia Segunda língua - Aquisição Aquisição linguística Interlinguagem
