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Impact of radon-rich atmospheres on the growth and development of Mentha spicata

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Resumo(s)

The objective of this work is to investigate the impact of radon-rich (²²²Rn) atmospheres on the growth and development of Mentha spicata L., focussing on the morphological and biochemical changes induced due to exposure to this special gas. This study aims to contribute to the understanding of the environmental impacts of this natural radioactive gas on plants, highlighting the need for continuous research on its toxicity. The findings may have significant implications in elucidating the mechanisms of oxidative stress in plants exposed to radiation. The Mentha spicata, recognised for its medicinal properties, contains phenolic compounds and flavonoids, such as rosmarinic acid and myricetin, which play a significant role in alleviating oxidative stress. For this investigation, the plants were divided into three groups. Group A was exposed to rocks containing uranium, Group B served as the control for Group A, with no exposure to the radioactive atmosphere, and Group C was placed in a laboratory environment without any intervention, which constitutes the control of the experiment. Different analyses were conducted, including the DPPH assay to determine antioxidant capacity and high-performance liquid chromatography (HPLC) to quantify bioactive compounds in a comparative study between exposed and non-exposed plants. Radon exposure reduced the antioxidant capacity and rosmarinic acid content in Mentha spicata compared to the control, indicating an attempt to adapt to radiological stress and inducing measurable changes in the plant’s secondary metabolism. This response promotes the biosynthesis of phenolic compounds with antioxidant activity as a defence mechanism, opening up prospects for potential applications in phytoremediation.
O objetivo deste trabalho é investigar o impacto de atmosferas ricas em radão (²²²Rn) no crescimento e desenvolvimento da Mentha spicata L., com foco nas alterações morfológicas e bioquímicas induzidas devido a essa exposição a este gás especial enfoque. Este estudo pretende contribuir para a compreensão dos impactos ambientais deste gás radioativo natural nas plantas salientando a necessidade de investigação contínua sobre a sua toxicidade. As descobertas podem ter implicações significativas na elucidação dos mecanismos do stress oxidativo em plantas expostas à radiação. A Mentha spicata, reconhecida pelas suas propriedades medicinais, contém compostos fenólicos e flavonoides, como o ácido rosmarínico e a miricetrina, que desempenham um papel revelante na atenuação do stress oxidativo. Para esta investigação, as plantas foram divididas em três grupos. O Grupo A foi exposto a rochas contendo urânio, o Grupo B serviu como controlo do Grupo A, sem exposição à atmosfera radioativa, e o Grupo C foi colocado em ambiente laboratorial sem qualquer intervenção, que constitui o controlo da experiência. Foram realizadas diferentes análises, incluindo o ensaio DPPH, para determinar a capacidade antioxidante e a cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) para quantificar os compostos bioativos em um estudo comparativo entre plantas expostas e não expostas. A exposição ao radão reduziu a capacidade antioxidante e o teor de ácido rosmarínico na Mentha spicata em comparação com o controlo, indicando uma tentativa de adaptação ao stress radiológico e induzindo alterações mensuráveis no metabolismo secundário da planta. Esta resposta promove a biossíntese de compostos fenólicos com atividade antioxidante como mecanismo de defesa, abrindo perspetivas para potenciais aplicações em fitorremediação.

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Dpph Hplc Mentha Spicata Radão

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