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Paradigma mediológico: Debray depois de Mcluhan

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Resumo(s)

No mito de Epimeteu e Prometeu o homem obtém uma essência específica depois de o segundo dos deuses lhe entregar os artefactos técnicos que roubara a seus pares. Aparte a filantropia de Prometeu, desencadeada por força do esquecimento de Epimeteu, de guardar uma qualidade distintiva para a raça humana, o que importa reter é que, originariamente, o homem é de condição incompleta1. Supera a incompletude no momento da tecnicização da sua experiência. O mito serve, aqui, para prestar auxílio à compreensão da natureza humana, ao facto de o humano colocar a técnica no centro da sua existência, como seu suporte, sem o que esvaeceria. Régis Debray: “O meu cérebro morrerá, não estas notas escritas a tinta num papel que durará mais que eu”. O mito esclarece, ainda, que há inerência do inorgânico relativamente ao orgânico. Tal inerência mostra que é em modos artificiais que o natural humano se projecta e se identifica. [...]

Descrição

Palavras-chave

Teoria da Comunicação

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Covilhã: LabCom Books, 2009

Licença CC