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- Piezoresistive Sandwich Structures: Assessing the viability of additive manufacturing and real-time monitoring for aerospace applicationsPublication . Moura, João Carlos Silva; Silva, Abílio Manuel Pereira da; Pereira, João Pedro Nunes; Aguiar, Martim Lima deThe use of composite materials, especially laminates and sandwich materials, has been currently experiencing significant growth, both qualitatively and quantitatively; this fact is owed to their advantages over traditional options, namely with regards to their resistance to fatigue, stiffness and relatively low weight. These factors contribute to their preference in transport-related applications, namely in the aerospace industry. Simultaneously, recent advances in manufacturing techniques and a paradigm shift towards favouring materials and components that independently integrating multiple functions indicate an undeniable potential for the improvement of the manufacture and functionality of these same composites. In this work, several beam-type samples were developed according to the principles of a sandwich-type composite, where the traditional fabrication for a laminate is complemented by additive manufacturing techniques and the additional inclusion of a piezoresistive component to promote an electrical monitoring capability, with the objective of demonstrating the viability of such a configuration of elements in a single component. Furthermore, three different types of cores were created for the sandwiches – with hexagonal, auxetic (re-entrant) and cubic cells – with the intention of emphasising the advantages and disadvantages of the various types of cells, namely those of a geometry only made possible by resorting to additive manufacturing. These efforts highlighted the cubic geometry for its greater energy absorption: up to 273 % greater than other geometries; the highlight of the auxetic geometry was a superior strain at the yield point: up to 196 % further than the other options; and the highlight of the hexagonal was an inferior decline in stress and elastic modulus over cycles: up to 26 % of that observed for both values in other geometries. Furthermore, all geometries achieved a high-quality piezoresistive response, demonstrating multifunctionality.
- Relação entre violência nas relações íntimas e o cancro do colo do útero: Uma revisão integrada de literaturaPublication . Pinheiro, Lara Figueiredo; Vitória, Paulo dos Santos DuarteIntrodução: A violência nas relações íntimas (VRI) é um problema global que afeta mulheres de todas as idades e níveis socioeconómicos e que apresenta um impacto significativo na saúde física, mental, sexual e reprodutiva. A associação entre VRI e o cancro do colo do útero pode ser explicada por vários mecanismos, como a maior prevalência de comportamentos de risco entre vítimas, barreiras ao rastreio cervical e ao tratamento deste tipo de cancro, muitas vezes exacerbadas pelo trauma psicológico das vítimas e controlo imposto pelos seus parceiros abusivos, dificultando a deteção precoce e a adesão aos cuidados de saúde. Objetivo: Analisar a relação entre a exposição à VRI e o cancro do colo do útero, considerando os vários tipos de violência, fatores de risco para a doença, barreiras de acesso aos serviços de saúde e adesão ao tratamento. Metodologia: Revisão integrada de literatura que analisa estudos da PubMed, Scopus e SciELO com os termos: “intimate partner violence”, “cervical cancer” e “health risk and outcomes”. Foram escrutinados 74 artigos, dos quais foram selecionados 11 artigos. Resultados: A pesquisa realizada sugere uma relação complexa entre a VRI e o cancro do colo do útero. Verificou-se que diferentes tipos de VRI, sobretudo física e sexual, aumentam significativamente o risco oncológico. A VRI associa-se a uma maior exposição a fatores de risco conhecidos para o cancro cervical, como o tabagismo e infeções sexualmente transmissíveis (ISTs). Correlaciona-se também com a existência de barreiras ao rastreio cervical, como a falta de autonomia e a interferência de parceiros abusivos, para além de contribuir para atrasos no tratamento, comprometendo o prognóstico. Estratégias como a auto-colheita da citologia cervical e o acesso a médicos de família à escolha das pacientes podem ter influência na redução destas consequências da VRI. Discussão e conclusões: A VRI exerce um impacto significativo no risco e prognóstico do cancro do colo do útero através de diversas vertentes. Contudo não é possível comprovar a existência de um mecanismo de causa e efeito, o que destaca a necessidade de futuras investigações que explorem esta relação. Assim, torna-se essencial a implementação de políticas de saúde e medidas preventivas adequadas para combater os efeitos nocivos da VRI no cancro cervical.
- Neurosignature in Post Stroke Pain: A systematic reviewPublication . Buzhanskyy, Andriy; Lapa, Teresa Alexandra Santos; Abejas, Abel GarciaCentral Post Stroke Pain (CPSP) is a crippling condition that affects a significant portion of stroke victims. This ailment often presents itself as a painful paresthesia in any part of the body. Pain symptoms are usually characterized as burning, freezing, shocking or pressure. Moreover, there is no consensus regarding diagnostic criteria, pathophysiology, true symptoms, or even what brain lesions tend to evolve into CPSP. With this review, we aim to determine, with the help from MRI imaging what brain lesions are most often correlated with CPSP development. Additionally, we examine somme functional connectivity findings to establish a topographic correlation between CPSP and neural pathways.
- Patomecanismo das mutações do recetor rianodina e a sua implicação na Hipertemia Maligna: Revisão da literaturaPublication . Borges, Catarina Araújo; Ávalos, Manuel Vico; Calaia, Rúben Filipe MonteiroIntrodução: a hipertermia maligna (HM) é uma perturbação farmacogenética autossómica dominante que envolve o músculo esquelético. A mutação associada envolve o recetor rianodina (RyR), nomeadamente a isoforma 1, ao nível do retículo sarcoplasmático (RS). Estas mutações vão provocar um aumento exacerbado na concentração de cálcio intraplasmático, ativando os processos bioquímicos relacionados com a ativação muscular, que vão levar às alterações fisiopatológicas da HM. Objetivos: pretende-se com este trabalho elaborar uma revisão bibliográfica sobre o papel da isoforma 1 do recetor rianodiana (RyR1) na HM, sendo o objetivo principal, descrever o mecanismo de ação do RyR1 e a sua implicação na patologia. Metodologia: foi realizada uma pesquisa na base de dados eletrónica Pubmed®, considerando apenas artigos escritos em inglês e sem restrições quanto à região e ano de publicação. A data da última pesquisa foi 20 de dezembro de 2024. Apenas foram selecionados artigos que abordassem o patomecanismo da doença ou que identificassem possíveis mutações novas do recetor. Previamente à pesquisa, foram definidas as palavras-chave: RyR1, patomecanismo, hipertermia maligna, mutações e canalopatias. Conclusões: as mutações no recetor RyR1 resultam numa fuga constante de cálcio em repouso, num acoplamento defeituoso da contração de excitação e num aumento do stress oxidativo mitocondrial. Estas mutações alteram a cinética do canal e o tornam-no hipersensível a ligantes ativadores de canal, como a cafeína e o halotano.
- Relação entre dispositivos digitais e dor cervical nos estudantes de Medicina: A scoping reviewPublication . Ribeiro, Ana Catarina dos Santos Ferreira; Lapa, Teresa Alexandra Santos CarvalhoA dor musculoesquelética é cada vez mais um problema de saúde prevalente em todas as partes do globo, sendo a dor cervical uma das formas mais comuns. A dor cervical tem tido particular destaque nos estudantes universitários, nomeadamente entre os estudantes de medicina. Alguns fatores como a elevada exigência do curso e prevalência de condições como depressão, ansiedade, problemas de sono, entre outras, parecem estar relacionados com o desenvolvimento destes processos dolorosos e a sua perpetuação. A utilização de dispositivos digitais como smartphones, tablets e computadores, começam a liderar os recursos de estudo utilizados por estes estudantes. No entanto, ainda há poucos estudos sobre o seu impacto no desenvolvimento da dor cervical. Neste âmbito, o objetivo desta scoping review é estudar o impacto do uso dos dispositivos digitais na dor cervical em estudantes de medicina. A pesquisa foi efetuada na base de artigos PubMed, sendo a população alvo os estudantes de Medicina e os artigos foram selecionados tendo em conta os que especificam a prevalência e fatores de risco. Foram encontrados 233 artigos, sendo considerados para a realização desta scoping review apenas 6, de acordo com os critérios de inclusão. Os dados recolhidos de cada artigo elegível para este estudo suportam a discussão deste trabalho, sobre a literatura disponível acerca desta temática. Dos 6 artigos, apenas 3 suportam a associação entre o uso de dispositivos digitais e o desenvolvimento de dor cervical nos estudantes de medicina. Os resultados obtidos permitem inferir a escassez de estudos que permitam perceber o impacto do uso crescente dos dispositivos digitais na dor cervical nos estudantes de Medicina numa perspetiva global.
- O Uso de Pacientes Simulados na Educação Médica: Uma Revisão da LiteraturaPublication . Noronha, Helena Isabel Guimarães Rego de; Ferreira, Rafaela Mendes; Vitória, Paulo dos Santos DuarteA educação médica tradicional, em vigor em grande parte das escola médicas, define-se como o conjunto de processos e métodos através dos quais os estudantes desenvolvem aptidões e conhecimento necessários à prática médica. No entanto, tem uma efetividade limitada na promoção da confiança necessária para a prática clínica dos futuros médicos, nem sempre se mostrando suficiente. Como resposta a determinadas falhas que nos são deixadas pelo modelo supramencionado, bem como novas oportunidades de melhoria e atualização do ensino médico, surgem as estratégias de simulação, nomeadamente os Pacientes Simulados (PS). Assim, esta dissertação tem o propósito de investigar o uso dos pacientes simulados na educação médica, o seu contributo e particularidades, bem como os seus efeitos na eficácia como um método pedagógico no ensino-aprendizagem. Para a elaboração desta revisão narrativa da literatura realizou-se uma vasta pesquisa referente ao presente tema: “O Uso de Pacientes Simulados na Educação Médica”, recorrendo às plataformas PubMed e SciELO, até à data de 20 de agosto de 2024, com recurso às palavras-chave (e respetivas associações): “paciente simulado”; “educação médica”; “ensino-aprendizagem”; “simulação”; “ensino médico”. Os PS reúnem um conjunto de vantagens e considerações que, juntas, formam o meio ideal para a aprendizagem e prática dos conceitos e habilidades médicas. Este método tem vindo a ser utilizado em cada vez mais escolas médicas, como forma de promover e consolidar a aprendizagem e respetiva avaliação, permitindo aos alunos treinar realisticamente e com segurança as suas competências técnicas e de comunicação clínica e aumentar a confiança na sua capacidade como médicos. A sua utilização tem o ulterior objetivo da criação de profissionais de saúde aptos, assim como o desenvolvimento da sua identidade profissional, melhorando a prestação e a qualidade dos serviços médicos. O uso dos Pacientes Simulados mostrou, aliado à segurança que proporciona para o treino de competências, formar estudantes capazes e seguros de si, com técnicas mais aperfeiçoadas e treino de capacidades de comunicação inerente à profissão.
- Contraceção intrauterina no pós-parto e o seu impacto na saúde materna: Uma revisão sistemática da literaturaPublication . Matos, Beatriz Lopes de Oliveira; Lucas, Ana Catarina Abreu; Pereira, Mariana Maia DiasIntrodução: O período pós-parto representa um momento crítico para a saúde materna e crucial na prevenção de gravidezes não planeadas. A contraceção intrauterina (CIU) surge como uma opção eficaz, reversível e de longa duração, podendo ser inserida em diferentes momentos após o parto. No entanto, há um debate sobre a melhor época para sua colocação e seus impactos na saúde materna, incluindo eficácia, efeitos adversos e satisfação das utilizadoras. Diante dessa incerteza, esta revisão sistemática pretende analisar o impacto da inserção da contraceção intrauterina no pós-parto, comparando diferentes tempos de inserção e as suas implicações clínicas. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática conforme os critérios PRISMA. A pesquisa foi conduzida nas bases de dados PubMed, Web of Science, Scopus e Lilacs, utilizando descritores relacionados à CIU, pós-parto e saúde materna. Foram incluídos estudos publicados entre 2001 e 2024, que avaliaram a inserção da CIU em mulheres puérperas até 12 semanas após o parto, com comparação entre diferentes tempos de inserção ou ausência de inserção. Foram excluídos estudos com gestantes de alto risco, artigos de revisão, protocolos, cartas ao editor, relatos de caso e estudos sem texto integral disponível. Resultados: Foram incluídos 36 estudos na análise. Os tempos de inserção variaram entre: até 10 minutos pós-placenta (13 estudos); até 48 horas pós-parto (3 estudos); 2 ou 3 tempos de inserção distintos (17 estudos) e outros tempos de inserção (3 estudos). A eficácia foi avaliada pela taxa de continuidade e ocorrência de gravidez não planeada. A maioria dos estudos indicou altas taxas de continuidade nos primeiros 6 a 12 meses, variando entre 47,5% e 91,5%. O risco de gravidez foi muito baixo (menos de 1% ao ano na maioria dos estudos). Os efeitos adversos mais frequentes foram: distúrbios menstruais (relatados em até 28,1% das mulheres); Dor, quer seja abdominal, pélvica, cólica ou dismenorreia (ocorrência variando entre 4,4% e 37,6%); Infeção e doença inflamatória pélvica (DIP) (frequência abaixo de 2% na maioria dos estudos). A expulsão do dispositivo (taxas entre 2,1% a 52,9%) e a sua remoção precoce, principalmente devido a efeitos adversos ou crenças socioculturais também foram amplamente documentadas. A satisfação foi elevada na maioria dos estudos, variando entre 56,3% e 100%. Discussão: Esta revisão sistemática analisou a eficácia, efeitos adversos e satisfação em relação à inserção de contraceção intrauterina (CIU) no pós-parto. Os resultados demonstraram que a taxa de continuidade do método é elevada e a taxa de falha contracetiva foi baixa, com diversos estudos não reportando gestações, o que confirma a alta eficácia do método já relatado por outros estudos. De um modo geral, a maioria dos artigos corrobora que os efeitos adversos mais comuns incluem distúrbios menstruais, dor, infeções e complicações relacionadas à posição do dispositivo. Sugerindo-se que a ocorrência destes efeitos adversos está mais associada ao uso do dispositivo intrauterino do que propriamente ao momento da sua inserção. Verificou-se que a taxa de remoção é influenciada por múltiplos fatores, como o tipo de parto, efeitos adversos relacionados com a inserção e até mesmo características individuais das utilizadoras. A expulsão foi mais frequente nas primeiras semanas após a inserção e ocorreu mais em partos vaginais do que em cesarianas. A satisfação com o método foi elevada, com a maioria dos estudos reportando taxas superiores a 75%, sendo que muitas utilizadoras demonstraram intenção de continuar o uso e recomendar o DIU/SIU. Entre as limitações desta revisão, destacam-se a heterogeneidade dos estudos incluídos e desfechos avaliados. Para pesquisas futuras, recomenda-se a realização de ensaios clínicos randomizados multicêntricos, investigações sobre estratégias para reduzir a taxa de expulsão e otimização da implementação desta estratégia contracetiva em diferentes contextos de saúde. Conclusão: A inserção da CIU no pós-parto revelou-se uma estratégia útil para ampliar o acesso à contraceção, para além disso, a sua inserção no pós-parto imediato e precoce apresenta vantagens como conveniência, alta eficácia e adesão ao método, especialmente quando realizada durante a cesariana. No entanto, a expulsão do dispositivo é um fator limitante, principalmente em partos vaginais. A longo prazo, a CIU no pós-parto demonstrou ser uma alternativa segura e eficaz, contribuindo para a redução das taxas de gravidez não planeada e melhorando o planeamento familiar. A decisão sobre o momento da inserção deve ser individualizada, considerando o tipo de parto, preferência da paciente e risco de complicações.
- Anastomose Intracorpórea Versus Extracorpórea na Hemicolectomia Direita Laparoscópica: A realidade da Unidade Local de Saúde Cova da BeiraPublication . Sousa, Ângela Alexandra Sousa Soares de; Azevedo, Constança Teresa Miranda de; Ferreira, Miguel Semião VazIntrodução: Em Portugal, a neoplasia do cólon é o segundo tipo de cancro com maior prevalência nacional. O tratamento curativo do cancro do cólon não metastático é a resseção cirúrgica, sendo, atualmente, a hemicolectomia direita laparoscópica (HDL) considerada o goldstandard para resseção de tumores do cólon direito. No que respeita à anastomose ileocólica que irá restituir o trânsito intestinal, a sua realização pode ser feita dentro (intracorpórea) ou fora da cavidade abdominal (extracorpórea), não havendo ainda o consenso sobre a melhor opção cirúrgica. Objetivo: Comparar as técnicas de anastomose intracorpórea (AI) e extracorpórea (AE) na HDL, através da avaliação de outcomes pós-operatórios na abordagem terapêutica de lesões do cólon direito, tendo em consideração a população tratada na Unidade Local de Saúde (ULS) Cova da Beira. Métodos: Estudo retrospetivo baseado na recolha, análise e comparação de dados cirúrgicos de pacientes com idade igual ou superior a 18 anos, com lesões do cólon direito, submetidos a hemicolectomia direita laparoscópica nos últimos 10 anos (2013-2023) na ULS Cova da Beira, em Portugal. Resultados: Da amostra final de 99 HDL, o tipo de anastomose preferencialmente realizado foi a AE, embora a AI tenha apresentado um crescimento de forma estatisticamente significativo ao longo do tempo (p=0,002). Destacando os outcomes pós-operatórios, a duração do internamento nos pacientes submetidos a HDL com AI foi significativamente menor que nos submetidos a HDL com AE (7,39 ± 15,94 dias versus 13,44 ± 16,07 dias, p=0,012). Quanto ao desenvolvimento de íleo pós-operatório, este apenas foi encontrado nos pacientes submetidos a HDL com AE, o que torna os resultados clinicamente relevantes, mas a diferença observada não é estatisticamente significativa (p=0,057). As complicações associadas à anastomose foram substancialmente mais prevalentes no caso de anastomose extracorpórea, destacando-se a infeção da ferida operatória (p=0,002). Adicionalmente, as “outras complicações” – salientando-se a pneumonia, a infeção do trato urinário e a sépsis – predominam quase exclusivamente nos pacientes submetidos a HDL com AE (p=0,003). A significância global (p<0,001) do local de incisão para remoção da peça cirúrgica pode ser um fator importante para a ocorrência de infeções da ferida operatória e de hérnias incisionais, sendo mais evidente na incisão subcostal direita e mediana, respetivamente. Não se encontraram diferenças significativas no tempo de recuperação intestinal, na dor pós-operatória, na duração da HDL, na necessidade de reintervenção cirúrgica, nas complicações e mortalidade intraoperatórias, na mortalidade hospitalar, no reinternamento e mortalidade a 30 dias e na sobrevida a 1 ano das duas intervenções em estudo. Conclusão: Na hemicolectomia direita laparoscópica, a adoção de uma anastomose intracorpórea apresenta vantagens, como um menor tempo de internamento e uma redução das complicações pós-operatórias, comparativamente com a anastomose extracorpórea. Apesar de ambos os tipos de anastomose se terem demostrado seguros e eficazes, considera-se que a técnica mais vantajosa, tendo em consideração a população com lesões do cólon direito tratada na Unidade Local de Saúde Cova da Beira, é a anastomose intracorpórea.
