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Publicação

Uma nova interpretação de um auto de Gil Vicente

dc.contributor.advisorPereira, Reina Marisol Troca
dc.contributor.authorSilva, Isa Alexandra Marques da
dc.date.accessioned2014-06-04T21:30:26Z
dc.date.available2014-06-04T21:30:26Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractNeste trabalho, intitulado Uma nova interpretação de Um Auto de Gil Vicente, cedo lugar a uma reflexão sumária em torno da história do Teatro, como ponto de partida para a tragicomédia vicentina, denominada As Cortes de Júpiter, sobre a qual Garrett introduz o seu Auto de ―meditação‖ cultural. A partir do exemplo garrettiano, aproveitamos a oportunidade para ressaltar, especialmente, o grande deficit do nosso País na época do autor, do qual podemos verificar ainda alguns reflexos na actualidade, nomeadamente no âmbito de alguns casos de iliteracia e analfabetismo. De facto, ainda hoje, detemos uma população com dificuldades na descodificação da mensagem e leitura do texto literário, tornando-se difícil incutir no público-alvo uma posição crítica face a uma abordagem específica, que se pretenda transmitir numa determinada obra. Deste modo, dedicamo-nos a um tema no âmbito do contexto teatral, a fim de, através do exemplo, empreendedor de Garrett, demonstrar a necessidade de tomarmos uma atitude, no sentido de tentarmos inovar a nossa cultura, recorrendo a uma ―reciclagem‖ e uma posterior mudança, ambas efectuadas, sempre que o contexto o exigir, para que não deixemos morrer o nosso património cultural linguístico e, com ele, a civilização, como acontecera, na época que o autor pretendeu pôr em evidência. Ao longo do tratamento do tema inerente ao trabalho efectuado, contamos com o apoio de várias fontes bibliográficas em diversas bibliotecas, que satisfizeram dúvidas pertinentes, bem como curiosidades, que tivemos a oportunidade de incluir ao longo do trabalho, embora de forma sucinta. Agradecimentos: À professora Doutora Reina Pereira, querida orientadora, que eu admiro e que dedicou parte de seu tempo a apoiar-me; que me indicou o trajecto a percorrer, sem deixar de mostrar o seu sorriso, a sua simpatia, a sua prontidão e a sua compreensão, proporcionando-me, com a sua eloquência, o acesso a novos caminhos do conhecimento. Agradeço também a todos os professores do Departamento de Letras, por quem sempre senti e sentirei a maior estima, consideração e uma grande admiração. Aproveito também para agradecer a todos os funcionários das Bibliotecas, que consultei, pela sua prestabilidade, eficiência e simpatia.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.6/1785
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade da Beira Interiorpor
dc.subjectTeatro portuguêspor
dc.subjectAlmeida Garrettpor
dc.titleUma nova interpretação de um auto de Gil Vicentepor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceCovilhãpor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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