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Ensino da língua espanhola em Portugal: que metodologias?

dc.contributor.advisorSardinha, Maria da Graça Guilherme de Almeida
dc.contributor.advisorOsório, Paulo José Tente da Rocha Santos
dc.contributor.authorCarvalho, Susana Rita de Jesus
dc.date.accessioned2014-06-04T20:36:46Z
dc.date.available2014-06-04T20:36:46Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractEm Portugal, nos últimos anos, o ensino do Espanhol tem vindo a ser leccionado a um número cada vez mais elevado de alunos. Assim, o Espanhol funciona, para esses alunos, como língua estrangeira. Diga-se que muitas têm sido as várias visões acerca dos conceitos de Língua Segunda e Língua Estrangeira que, por questões sociolinguísticas e psicolinguísticas, assumem, muitas das vezes contornos diversos. Numa altura em que o Espanhol assume extrema importância no âmbito do ensino das línguas estrangeiras em Portugal, defende-se o desenvolvimento da Competência Comunicativa. Longe vão, assim, os tempos de ensino centrado em esquemas estruturalistas. Abre-se, deste modo, o caminho para enfoques de cariz interactivo na aula, na qual o aluno passou de «recipiente passivo» a um agente crítico e dinâmico do processo. Ensinar uma língua estrangeira é desenvolver as quatro competências fundamentais: ler, escrever, ouvir e falar. Jamais estes domínios poderão ser trabalhados de forma isolada e parcelar. Na verdade, uma língua é um todo, exigindo um trabalho global. Defendemos, então, que se apliquem diferentes metodologias no ensino desta LE, dando-se particular referência ao desenvolvimento da Competência Comunicativa. Esta dissertação, tem, como principais objectivos, desenvolver as diferentes metodologias, focalizando as mesmas para a análise de um manual escolar. O facto do ensino do Espanhol apontar para uma realidade quase nova, remete-nos para algumas lacunas quer no âmbito dos materiais, quer no âmbito da própria formação de professores. São, assim, frequentes as vozes que se levantam na escola acerca do como fazer, do quanto fazer e de com quê fazer. Todavia, o professor da actualidade também tem de apresentar uma mentalidade aberta e, consequentemente, flexível para fazer face aos problemas surgidos. Esta dissertação é indiscutivelmente a prova disso mesmo. Ao desenvolver diferentes metodologias alicerçadas em modelos de ensino, no sentido de podermos contribuir para a análise do manual escolar, estamos a reflectir sobre o processo didáctico da língua estrangeira – o espanhol – cujo ensino não poderá dispensá-lo. A didáctica do ensino da língua estrangeira apresenta, de facto, aspectos algo diferentes da didáctica da língua materna. Cabe, também reflectir sobre os mesmos ao longo do trabalho. Assim, vejamos agora a organização do estudo.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.6/1780
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade da Beira interiorpor
dc.subjectEnsino - Língua espanhola - Portugalpor
dc.subjectLíngua estrangeirapor
dc.titleEnsino da língua espanhola em Portugal: que metodologias?por
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceCovilhãpor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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