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Publicação

A conversão da Imaginação nas Confissões de Santo Agostinho

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“A ideia de conversão - afirma Pierre Hadot, na sua obra «Exercícios espirituais e filosofia antiga» -, representa uma das noções constitutivas da consciência ocidental. Com efeito, pode representar-se toda a história do Ocidente como um esforço, renovado sem cessar, por aperfeiçoar as técnicas de ’conversão’, isto é, as técnicas destinadas a transformar a realidade humana, quer reconduzindo-a à sua essência original (conversão-retorno [epistrophê]) quer modificando-a radicalmente (conversão-mutação [metánoia]”. Mas será a Imaginação convertível como a Inteligência, a Memória e a Vontade? Santo Agostinho experimentou na carne a dificuldade de domar essa potência fértil e indómita, que o assaltava inclusive durante os sonhos.

Descrição

Palavras-chave

Santo Agostinho Imagens Imaginação Conversão Phantasia Imaginatio

Contexto Educativo

Citação

ROSA, José Maria Silva, «A conversão da Imaginação nas Confissões de Santo Agostinho», In: M. C. Pacheco - J. F. Meirinhos (Éds.), Intellect et imagination dans la Philosophie Médiévale / Intellect and Imagination in Medieval Philosophy / Intelecto e Imaginação na Filosofia Medieval, Brepols Publishers, Turnhout, 2006, vol. II, pp. 783- 797.

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