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Publicação

O milagroso poder de começar: Hannah Arendt leitora de Santo Agostinho

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«E esforçava-me por compreender o que ouvia: que o livre arbítrio da vontade é a causa de praticarmos o mal ("liberum uoluntatis arbitrium causam esse, ut male faceremus"), …, mas não conseguia compreender essa causa com clareza. E assim, tentando arrancar do abismo o olhar do meu espírito, afundava-me de novo, e muitas vezes tentava e me afundava uma e outra vez. Na verdade, elevava-me para a tua luz o facto tanto de saber que tinha uma vontade como o de saber que vivia. (…) Mas de novo dizia: (…) ‘Donde me vem então o querer o mal e o não querer o bem?’ ("unde igitur mihi male uelle et bene nolle?").» (Agostinho de Hipona, Confissões, VII, iii, 5).

Descrição

Palavras-chave

Hannah Arendt Santo Agostinho Vontade Liberdade Perdão Natalidade

Contexto Educativo

Citação

ROSA, José Maria Silva, «O milagroso poder de começar. Hannah Arendt leitora de Santo Agostinho» In: MEDIÆVALIA, Textos e estudos, 25 (2006), pp. 105-129.

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