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Shall I compare thee to an old man?: a velhice em William Shakespeare e Eugénio de Andrade

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A velhice é um tema que emerge com frequência nas obras de William Shakespeare e de Eugénio de Andrade, sempre num tom disfórico. Em ambos, a última das sete idades do ser humano, acarreta uma série de consequências negativas: a) A beleza é efémera e os amantes abandonam; b) O declínio físico e mental é inevitável; c) Na fase final da vida, sobrevém o temor da morte. Para expressarem o efeito da senectude, Shakespeare e Eugénio recorrem a comparações semelhantes entre o ser humano e o Outono (velhice) e o Inverno (morte). Neste artigo, numa perspetiva comparada e intertextual, exemplifico e analiso essas melancólicas e dolorosas imagens. Para tanto, recorro à obra dos dois escritores, à opinião de ensaístas reputados na área dos estudos literários e da psicologia da morte e, naturalmente, à minha opinião.

Descrição

Palavras-chave

Velhice William Shakespeare Eugénio de Andrade Literaturas Comparadas

Contexto Educativo

Citação

Mancelos, João de. “Shall I compare thee to an old man?: A velhice em William Shakespeare e Eugénio de Andrade”. Polissema (Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto) 11 (2011): 91-117. ISSN: 1645-1937.

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