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Resumo(s)
O ambivalente fascínio medieval por Aristóteles carece de uma clarificação contextualizada para evitar mal-entendidos e equívocos quanto à recepção do pensamento e da obra do Estagirita no Ocidente cristão. Importa para tal captar os as peripécias da complexa “filtragem” do magistério eclesial no momento da chegada da Metafísica aristotélica (e o mesmo se diga da Física e do Acerca da alma) à Universidade de Paris do séc. XIII, designadamente no tocante às ameaças doutrinais que a mesma representava para a Teologia.
Descrição
Palavras-chave
Aristóteles Filosofia aristotélica Recepção de Aristóteles no Ocidente Antiaristotelismo Magistério eclesial (séc. XIII) Teologia e Filosofia na Universidade de Paris (séc. XIII) Fé e razão no pensamento medieval
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