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Orientador(es)
Resumo(s)
Interpretar o lógos aristotélico não como racionalidade mas como discursividade implica compreender que o que diz o lógos político é precisamente o que não diz ou se diz na Lógica orientada pelo chicote domesticador do lógos apofântico e apodítico. Com efeito, a ideia de um sentido realizativo do discurso, cuja modelação ética se aperfeiçoa teleologicamente na esfera prática da política, passa habitualmente despercebida aos olhares exegéticos mais cirúrgicos e minuciosos; todavia, a sua compreensão é crucial para entender o alcance de uma filosofia sobre a vida especificamente humana.
Descrição
Palavras-chave
Aristóteles Pensamento Político Antigo Vivente político (zoon politikon) Filosofia prática aristotélica Polis grega Logos político Ontopoiese da acção Deliberação e decisão prudencial
Contexto Educativo
Citação
Amaral, António (2019). A realização discursiva do vivente político na filosofia prática de Aristóteles. In: PRAKTON. Discursividades da acção em Aristóteles. Covilhã: Editora LabCom.IFP, 94-106
Editora
Editora LabCom.IFP
