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Publicação

Confissão trinitária e antropologia relacional em Santo Agostinho

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A exegese relacional das teofanias trinitárias do Antigo Testamento, realizada nos primeiros quatro livros de De Trinitate, e a superação do dilema eunomiano quanto à natureza de Deus (ou a substância ou a relação), realizada nos livros V a VII, apesar de terem criado as condições de possibilidade de uma ontologia da relação, acabaram por se revelar frágeis quanta à natureza da pessoa («quid tres?»). De facto, a cerrada discussão terminológica em torno das noções de substância e de relação acabou por exigir uma noção - a pessoa - que as sobre-assumisse. Todavia, em virtude da distância entre o 'homem e Deus', tal noção em âmbito trinitário tem apenas um valor aproximativo.

Descrição

Palavras-chave

Agostinho de Hipona Antropologia Trindade Relação

Contexto Educativo

Citação

ROSA, José Maria Silva, “Confissão trinitária e antropologia relacional em Santo Agostinho”, In: Cristianismo e humanismo: desafios ao homem contemporâneo, Centro Cultural de Balsamão, Balsamão, Chacim, 2008, pp. 9-26.

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