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Do estético amor da sabedoria à sabedoria do amor oblativo

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A espiritualidade rasga um horizonte de radical liberdade, muito difícil de definir por conceitos, de arrumar em sistemas, de aprisionar em correntes ou de domesticar em escolas. Ao manifestar o insondável mistério da liberdade do espírito, a palavra evangélica, pelo seu tom desconcertantemente paradoxal – excessivo de vez em quando e evasivo de quando em vez – deixa qualquer saber – seja ele didaskálico, doutrinário ou epistémico – literalmente titubeante, quando não mesmo paralisado. Trata-se de um «saber de experiência», murmura o asceta; uma «saboreada degustação», sussurra o místico; uma «obra a fazer-se», rumoreja a tradição sapiencial. Poderá, então, a Filosofia – tão empenhada num amor da sabedoria quanto na demanda de uma sabedoria do amor – superar a aporia de dizer o inefável?

Descrição

Palavras-chave

Filosofia Espiritualidade cristã Léon Dehon Experiência religiosa Teologia Exegese bíblica Fé e Razão Compromisso social

Contexto Educativo

Citação

Amaral, António (2018). Do estético amor da sabedoria à sabedoria do amor oblativo. In: CULTUM. Excursos de Hermenêutica, Política e Religião. Covilhã: Editora LabCom.IFP, 379-395

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