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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O que chamamos «espiritualidade», apesar da grande flutuação de sentidos e da sua diversidade histórico-cultural, pode apresentar alguns traços objectivos. A espiritualidade, não enquanto discurso, mas como actividade, está muito mais próxima do regime artístico ou sapiencial do que de um saber universal. Uma das características mais extraordinária das mulheres e dos homens realmente espirituais é sua quase
provocadora simplicidade, o modo intenso como vivem e sofrem o que para outros é banal, o quotidiano, rotineiro e aí mesmo descobrem energias de transfiguração.
Descrição
Palavras-chave
Espiritulidade Vida Interior Contemplação Mística do quotidiano
Contexto Educativo
Citação
Rosa, José Maria Silva, «De que falamos quando falamos de espiritualidade? Um ramalhete de sentidos», In Viragem nº46 (2004/Jan.-Abr.), pp. 24-31.
Editora
Metanoia - Movimento Católico de Profissionais
