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Santo Agostinho: O fascínio do Deus-Trindade

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Impõe-se logo a começar, e para evitar equívocos, uma nota introdutória para explicar minimamente o título da conferência que me foi proposta, «Santo Agostinho: o fascínio do Deus-Trindade». Em primeiro lugar, «fascínio» não deve aqui ser entendido como se Agostinho alguma vez tivesse tentado compreender e esgotar racionalmente a Trindade, i.e., como se o 'mysterium' das três pessoas divinas numa única essência fosse uma espécie de enigma edipiano ou um quebra-cabeças matemático do tipo «três-em-um». Com efeito, não encontramos nunca em Agostinho qualquer tentativa de esgotar com os recursos da razão demonstrativa uma realidade que sabia estar para lá da humana compreensão. Já num dos seus primeiros textos, De Ordine II, 44, encontramos a afirmação de que «de summo illo Deo, qui scitur melius nesciendo» / «acerca do sumo Deus, sabe-se mais e melhor ignorando», afirmação que, entre outras, segundo alguns, v.g., Victor Lossky, torna Agostinho um precursor da teologia negativa.

Descrição

Palavras-chave

Trindade Unidade Santo Agostinho Pluralidade Caritas Angelologia

Contexto Educativo

Citação

ROSA, José Maria Silva, «Santo Agostinho: O fascínio do Deus-Trindade», In: Congresso Internacional - Santíssima Trindade Pai, Filho e Espírito Santo, Fátima, Santuário de Fátima, 2008, pp. 147-171.

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