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Lógica da linguagem e jogo de comunicação. Da “revolução” analítica à “reviravolta” hermenêutica

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A possibilidade de intercambiar informações objectivas sobre “estados-de-coisas” na base de um cálculo, bem como expressar, simultaneamente, uma atitude subjectiva sobre isso, exige transcendentalmente um pré-acordo não só sobre as “regras” da linguagem, mas também sobre a sua “aplicação” experienciável, mediante o emprego da linguagem do quotidiano. A inflexão de Wittgenstein para a abordagem dos «jogos linguísticos» reflecte já uma espécie de implícita concessão teórica ao horizonte lúdico e relacional da comunicação. Com efeito, só ao nível comunicacional de um pré-acordo acerca do contexto vital de aplicação das “regras de jogo” da linguagem-cálculo é que a analítica pode efectivamente aceder à reflexão linguística “sobre” e “mediante” a linguagem. A odisseia wittgensteiniana da analítica para a hermenêutica da linguagem mostra precisamente ao pensador solitário até que ponto, ao operar nos limites comunicacionais do jogo linguístico, deverá renunciar ao seu solipsismo metódico sempre que pretender estabelecer para os outros aquilo que tem validade para si mesmo.

Descrição

Palavras-chave

Filosofia da Linguagem Hermenêutica Filosofia Analítica Metafísica Positivismo Lógico Círculo de Viena Ludwig Wittgenstein Jogos de Linguagem Immanuel Kant Filosofia Transcendental Karl-Otto Apel Comunicação e Consenso

Contexto Educativo

Citação

Amaral, António (2018) .Lógica da linguagem e jogo de comunicação. Da “revolução” analítica à “reviravolta” hermenêutica . In:. CULTUM. Excursos de Hermenêutica, Política e Religião. Covilhã: Editora LabCom.IFP, 83-115

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