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A relação protensiva entre Fé e Razão na Filosofia Medieval

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Na praxis vivida das escolas helenísticas, mergulharão as raízes que nutrirão histórica e hermeneuticamente as concepções de sophia, didaskalia, doctrina, magisterium, e scientia, sem as quais a comunicação credível e razoável do kerigma cristão nunca teria alcançado a condição civilizacional de uma efectiva cidadania ecuménica, nem porventura atingido o refinamento conceptual, universal e sistémico de uma theologia. O cristianismo nascente não é visceralmente irracional nem a filosofia grega estruturalmente descrente. Essa essa assimilação consubstanciou-se, sem que tal implicasse nem a miscigenação descaracterizadora dos conteúdos, objectos e procedimentos próprios de cada uma das mundividências em jogo, nem uma adulteração subversora dos respectivos pressupostos e expectativas.

Descrição

Palavras-chave

Fé e Razão Filosofia Medieval S. Agostinho Tardo-helenismo e proto-cristianismo Gnose Tertuliano

Contexto Educativo

Citação

Amaral, António (2018). CULTUM. Excursos de Hermenêutica, Política e Religião. Covilhã: Editora LabCom.IFP

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