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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Um dia, ali no Caminho da Palma de Cima [Universidade Católica], não sabemos bem já em meio de que conversa em «estilo convivial», o Pe. Cerqueira confessava que uma das experiências mais marcantes e decisivas da sua vida e da sua visão do mundo se devia, em primeiro lugar, ainda em menino, à ação e correção do seu Pai José (a sua Mãe chamava-se Rosa). Como todas as crianças, o "menino Quim" quando estava na missa, em Gaifar, gostava de se virar para trás de vez em quando para ver o que se passava. Ora contra o traquinas reagia o Pai, virando-lhe a cabeça para diante e dizendo-lhe com firmeza: «Olhar sempre para a frente!» O Pai não o poderia adivinhar, mas estava a configurar na raiz a «forma mentis» e a «forma vitae» que viria depois a encontrar na mundividência franciscana - muito especialmente em São Francisco e em São Boaventura - o espaço da sua mais plena respiração e manifestação tanto no pensamento como na ação.
Descrição
Palavras-chave
Cultura Filosofia Ontologia Cerqueira Gonçalves Idade Média Temporalidade
Contexto Educativo
Citação
ROSA, José Maria Silva, «“Olhar sempre em frente”. Para uma Filosofia da Cultura em J. Cerqueira Gonçalves», In: Itinerarium LXII (2016), pp. 403-416
Editora
Editorial Franciscana
