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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Por definição, uma fronteira separa, mas relaciona; distingue, mas une no mesmo movimento que demarca
identidades diferentes em presença (no caso, o que é católico e o que pretensamente já ou ainda não é católico), criando um possível espaço de relação e uma faixa porosa de pertença raiana, não demarcável por
uma linha identitária precisa. Só que, conceptualmente, os conteúdos concretos implicados numa tal expressão («espaços de fronteira») multiplicam-se tanto em extensão que é impossível tratá-los neste espaço. Temos de nos cingir a olhares de ângulo. Deste modo, por razões metodológicas, de perspetivação e circunscrição temáticas,definimo-los antes de mais a partir de dentro, da declaração manifesta de pertença católica, e não do exterior: e.g., de alguém que, ainda não sendo católico, se está a aproximar da Igreja.
Descrição
Palavras-chave
Portugal Católico Metanoia Fronteira Nós Somos Igreja Fraternitas & Riacho
Contexto Educativo
Citação
ROSA, José Maria Silva, «Espaços de fronteira», In: J. Eduardo FRANCO & J. C. Seabra PEREIRA, Portugal Católico. A Beleza na Diversidade, Lisboa, Círculo de Leitores, 2017, pp. 358-362.
Editora
Lisboa, Círculo de Leitores
